Acompanhe o Substack da Rossetto & Lorenzi: Rossetto & Lorenzi | Substack
Às vezes a decisão estratégica mais importante de uma empresa não é o que ela decide fazer, é o que ela decide não fazer mais.
O desafio
A patente do principal produto de uma multinacional farmacêutica estava perto de vencer, e a receita da companhia dependia dela de forma relevante no mercado privado. A resposta mais confortável seria defender o produto o máximo possível, adiar a decisão difícil e torcer para o cenário competitivo dar um tempo.
A empresa disse não a esse caminho.
A estratégia
Em vez de proteger o modelo antigo até o limite, a companhia construiu uma frente inteiramente nova: entrada estratégica no mercado público, território pouco explorado até então, combinada com alianças estratégicas para criação de marca própria e portfólio de genéricos.
O resultado em 4 anos
65 iniciativas estratégicas foram estruturadas e executadas. R$1 bilhão em receita foi recuperado. O risco da perda de patente, que ameaçava uma parte relevante do faturamento, foi mitigado, e a empresa ganhou uma alternativa de crescimento que não existia antes da crise.
O principal insight
Dizer não é uma habilidade de carreira e também é uma habilidade de negócio. Sua agenda, assim como o portfólio de produtos de uma empresa, é uma estratégia tornada visível. Continuar fazendo o que sempre funcionou, mesmo quando o cenário mudou, também é uma escolha, só que geralmente é a mais cara de todas.
Essa é a lição 7 do e-book gratuito “A Verdade Sobre Carreira”, da Rossetto e Lorenzi. Leia sem cadastro: A Verdade Sobre Carreira — E-book
Acompanhe o Substack da Rossetto & Lorenzi: Rossetto & Lorenzi | Substack
